Senado 2026: Quem realmente representa o Amazonas?
Entre reeleições, ambições e discursos ideológicos, a disputa promete dividir o eleitorado

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A disputa pelo Senado em 2026 no Amazonas tende a revelar mais do que projetos individuais: ela expõe a disputa por narrativas sobre o futuro do estado. Os nomes colocados até agora representam campos políticos distintos e estratégias bem definidas.
Conheça os pré candidatos

Wilson Lima (União Brasil), ao cogitar a corrida ao Senado, tenta transformar a visibilidade do governo em capital eleitoral. A aposta é clara: apresentar-se como gestor experiente e usar o cargo para manter protagonismo político após o ciclo no Executivo. O desafio será convencer o eleitor de que os resultados de sua gestão justificam a mudança de função.

Capitão Alberto Neto (PL) aparece como representante de um eleitorado ideologicamente mobilizado, com discurso firme e alinhado à direita nacional. Sua candidatura busca crescer fora do nicho conservador, tarefa que exigirá ampliar o diálogo para além da pauta da segurança pública.

Marcelo Ramos (PT), por sua vez, tenta ocupar o espaço do campo progressista com uma candidatura baseada na experiência institucional e no discurso social. Sua viabilidade dependerá da capacidade de reconectar o debate nacional às demandas locais do Amazonas.

Na reeleição, Eduardo Braga (MDB) aposta no peso político e na habilidade de articulação em Brasília, apresentando-se como defensor dos interesses do estado no Congresso.

Plínio Valério (PSDB) segue uma linha mais crítica e independente, buscando manter a imagem de senador combativo.
O eleitor amazonense terá diante de si uma escolha que vai além de nomes: será uma decisão entre estilos, ideologias e formas distintas de representar o estado no Senado. A campanha promete ser intensa e decisiva para o rumo político do Amazonas nos próximos anos.