Helder Barbalho entra no radar do PT para vice de Lula em 2026
Nome do governador do Pará ganha peso nas negociações que redesenham o tabuleiro político nacional

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Da Redação do Portal 92amz (92)98151-7280

Nos bastidores de Brasília, o tabuleiro da sucessão presidencial de 2026 começa a ganhar contornos mais nítidos. Lideranças do Partido dos Trabalhadores já sinalizam movimentos estratégicos para a composição da chapa do presidente Lula, que pode buscar a reeleição. Entre os nomes ventilados com mais força estão Simone Tebet, do MDB, e o governador do Pará, Helder Barbalho(MDB) como possíveis opções para a vice-presidência.
As conversas, segundo fontes próximas ao núcleo político do governo, estariam em estágio avançado e refletem uma tentativa clara de ampliar o arco de alianças, dialogando tanto com o centro político quanto com lideranças regionais de peso. Simone Tebet(MDB) surge como um nome capaz de reforçar a imagem de moderação e responsabilidade fiscal, além de ampliar o diálogo com setores do eleitorado urbano e do empresariado. Já Helder Barbalho representa a força do Norte do país, região estratégica tanto do ponto de vista eleitoral quanto ambiental.
Nesse rearranjo, outro movimento relevante começa a ser desenhado
Geraldo Alckmin, atual vice-presidente, desponta como possível candidato ao governo do estado de São Paulo. A eventual candidatura de Alckmin (PSB) abriria espaço para uma nova composição na chapa presidencial e, ao mesmo tempo, fortaleceria o campo governista na disputa pelo maior colégio eleitoral do país.
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Paralelamente, Simone Tebet (MDB) também é citada como potencial candidata ao Senado por São Paulo, alternativa que mantém seu protagonismo nacional e consolida sua presença política no estado. O desenho final ainda depende de negociações partidárias e do cenário econômico e político dos próximos meses, mas o fato é que as articulações já estão em curso.
Com isso, o PT demonstra disposição para repetir a fórmula que marcou os últimos pleitos: uma chapa ampla, pragmática e construída a partir de acordos que extrapolam as fronteiras ideológicas tradicionais, mirando a governabilidade e a competitividade eleitoral em 2026.
